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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

"Estamos preocupados em deixar um mundo melhor para nossos filhos, mas será que estamos deixando filhos melhores para o nosso mundo?" STEPHEN KANITZ

Que tal incentivar a sustentabilidade desde cedo?



     Muito dos problemas sociais que vemos, assistimos e ouvimos falar são decorrentes das ações individuais e muitos deles podem ser diminuídos ou evitados, se houver orientação de políticas públicas. Entretanto não é só responsabilidade do governo e sim de cada individuo zelar pelo seu patrimônio, sua cidade. Pensando na formação desse pensamento muitos projetos, principalmente em escolas incentivam a prática da sustentabilidade entre as crianças.


       As crianças de uma forma natural absorvem informações, tanto boas, quanto ruins e a iniciativa de incluir a educação ambiental nas séries iniciais e continuar nas séries seguintes possa ser a salvação do nosso ecossistema futuro.




"A criança é como uma esponja: absorve informações e reproduz o que vê ao seu redor. "




       


      Há diversas e diferentes maneiras didáticas se implantar na vida de um cidadão em formação a conscientização. Até mesmo nas atividades recreativas, utilizando materiais descartáveis que inclusive olhos dos adultos não têm utilidade.

            Mostrar o quanto ações humanas interferem no meio em que vivemos e que as consequências muitas das vezes são irreversíveis, pois os recursos naturais extraídos de forma desordenada, esgotarão e que pequenas atitudes com certeza farão a diferença são formas de despertar sentimentos, um olhar diferencial futurista.



"Na teoria, a educação ambiental ensina como deve ser feita a coleta seletiva, a importância de se preservar a natureza e como utilizar os recursos naturais e minerais de forma responsável. Porém a teoria não basta, é preciso que os estudantes vejam na prática o que aprendem no dia a dia. Atividades extracurriculares, como visitas a depósitos de reciclagem, plantio de árvores e ações comunitárias, ajudam a desenvolver a cidadania das crianças. E sempre que for introduzido um novo assunto na educação escolar é preciso que se faça uma pesquisa sobre os recursos, a qualidade e a metodologia que serão utilizados na abordagem do tema, pois, desse modo, o aluno aprende de forma clara e precisa." 
( Gabi Batista - Sustentabilidade na Escola – O Dever de Cada Um).



Links relacionados a projetos, iniciativas e confecção de objetos com material reciclável:


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Relação entre consumismo infantil, publicidade e sustentabilidade será tema de debate na Rio+20


Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Instituto Alana, organização sem fins lucrativos (ONG) que atua na defesa dos direitos de crianças e adolescentes, vai promover, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), um debate sobre a relação entre o consumismo infantil, a publicidade e a sustentabilidade. O evento ocorrerá no Riocentro, zona oeste do Rio de Janeiro, no dia 13 de junho, e faz parte da programação oficial da ONU.
De acordo com a coordenadora de Mobilização da instituição, Gabriela Vuolo, esta é a primeira vez que a temática será trabalhada em uma conferência global sobre desenvolvimento sustentável. Ela acredita que este é um momento importante para se promover uma reflexão mais profunda sobre o consumismo infantil.
“Não dá para falar de futuro sem falar sobre infância e não dá para discutir sustentabilidade sem falar de consumo. Para colocar o planeta de volta nos trilhos é preciso rever padrões de consumo e ações de responsabilidade social, afinal o nosso padrão de consumo interfere diretamente na exploração dos recursos naturais e na quantidade de lixo que produzimos.”
Gabriela Vuolo informou que, durante o evento, promovido em parceria com o Conselho Federal de Psicologia, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o Movimento Infância Livre de Consumismo, entre outros, também será exibido o documentário Criança, a Alma do Negócio, da diretora Estela Renner, que mostra como crianças e adolescentes são influenciados a comprar pelos anúncios de televisão.
A temática também estará presente na Conferência de Jovens para a Rio+20, a Youth Blast, um evento paralelo à Conferência, que deve reunir cerca de 3 mil pessoas de vários países. Segundo a coordenadora de Mobilização do Instituto Alana, representantes da instituição vão promover uma oficina sobre os impactos dos apelos para o consumo na sociedade e no meio ambiente. A data da oficina ainda está sendo definida pela organização da conferência da ONU.
“Se a gente anuncia para crianças e adolescentes diretamente o tempo todo, estimula-se o consumo em um público que ainda não tem condições de avaliar se aquilo é bom ou não para ele ou para o meio ambiente. E trabalhar com os jovens é a garantia de que essa reflexão vai ser levada adiante por muito mais tempo”, acrescentou.
Edição: Juliana Andrade