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quarta-feira, 21 de março de 2012

A biotecnologia no Brasil a favor da Sustentabilidade


A 1ª lista Oficial das plantas no Brasil foi a Flora Brasiliensis, fruto Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Eco 92), em 2008 o MMA (Ministério do Meio Ambiente) finalizou a catalogação de todas as espécies conhecidas no Brasil com 56.000 espécies (excluindo os fungos), sendo hoje é classificada como a mais diversa do mundo, apresentando 19% da Flora do Planeta e boa parte deste mérito é graças a Maior e mais diversa floresta do Mundo: AMAZÔNIA (60% é Brasileira)

A Ciência & tecnologia das plantas no Brasil tem como maior diferencial a utilização, com o desenvolvimento de centenas de projetos por cooperativas populares em parceria com apoio financeiro do governo brasileiro e Universidades Brasileiras.

Entre estes projetos temos aqueles desenvolvidos no Mercado alimentar, com o complemento alimentar nas regiões mais pobres, através do aproveitamento máximo de alimentos baratos, e a divulgação e capacitação de profissionais da área de nutrição. Bons exemplos são: a farinha de mandioca, bolos e sumos de cascas de banana, receitas tradicionais enriquecidas com cascas, além das sementes e raízes que antes não eram utilizadas.

Outros pontos que merecem destaque são:
- Alta produção de alimentos orgânicos

- Bebidas Industrializadas com a marca da flora brasileira 

- Substituição do leite animais por leite vegetal em regiões carentes

- Produção de barras alimentares vendidas a vários Exércitos do mundo


A Medicina por sua vez, está repleta de projetos de parceria entre laboratório de tecnologia farmacêutica e conhecimento das comunidades tradicionais, para isolamento e patentes de princípios ativos de plantas comuns, como:
- Gengibre (antiinflamatório)
 - Guaraná (inibidor da impotência sexual masculina)
 - Acerola (alta concentração de Vit. C bioativa)
- Açaí (identificador de placa bacteriana dentária)

Já com o caso de sucesso Biodiesel, atualmente o Brasil está como o 2º maior produtor mundial de biodiesel, combustível com a mesma qualidade do tradicional (Petróleo), porém de fabricação a partir de plantas oleaginosas como o girassol, Soja e a Palma. Desenvolvendo exportação mundial de Biolubrificantes automobilísticos.

No mercado inovador temos:
- Peças a partir de fibra vegetal: coco e cana


- Cosméticos, com pesquisa e desenvolvimentos de produtos únicos e associações entre o setor privado e cooperativas de comunidades do interior do Brasil. Cita-se NATURA e O BOTICÁRIO.


- Lâmina de látex

- Fibra de Resíduos do Café



- Algodão orgânico


 

 - Couro Vegetal desenvolvido para substituir o couro animal eito de Látex natural, algodão e pigmentos.


- Tecido ecológico de fibras vegetais (bananeira, piaçava, olicuri, carnaúba, milho, caroá, e outros ) e látex (Seringueira amazônica)















terça-feira, 20 de março de 2012

(Quase) Tudo sobre Cidades Sustentáveis


Descrição: a7 Cidades sustentáveis já têm modelo básico

Há intenso debate em todas as regiões do mundo sobre o que constituiria uma cidade sustentável. Há cidades mais próximas e outras muito distantes ainda dos modelos que circulam mundo afora. Há consenso de que ainda não existe uma cidade que possa ser considerada realmente inteiramente sustentável. Mas imagina-se que, até 2020, várias poderão vir a ser.

Bons exemplos que já estão sendo implementados são:

Freiburgo

No sudoeste da Alemanha, é considerada como cidade 100% sustentável, contando com meios de transporte de baixo impacto ambiental, residências sustentáveis, educação ecológica desde o ensino básico e uma urbanização que possibilita toda esta integração. Pratica uma política energética assente em 3 pilares: conservação de energia, uso de tecnologias em ciclo combinado e uso de energias renováveis.

A cidade criou um programa de incentivo à energia solar e impôs que as casas novas devem ter um design de alta eficiência, o que significa usar apenas 2/3 do que é permitido por lei.

O seu bairro Vauban é um bairro sem carros, onde os residentes se movimentam basicamente a pé, de bicicleta e, para deslocações mais distantes, em autocarros eléctricos. Tem todas as casas construídas com técnicas orientadas para o baixo consumo de energia, desde o isolamento térmico, janelas, sistema de ventilação e o aquecimento dos apartamentos centralizado no prédio e solar, à reciclagem de dejectos transformados em energia por um reactor de biogás, para além de um sistema próprio de tratamento de água.

Helsínquia

Possui uma das maiores percentagens de água potável do planeta e aquela que é considerada a população melhor educada do mundo. Cerca de metade da população utiliza o autocarro como transporte, sendo 15% destes movidos a gás natural (Ethisphere 2008), para além de inúmeras ciclovias por toda a cidade. 

Reiquejavique

A maior cidade da Islândia, é líder em energia renovável. Tem o maior sistema de aquecimento geotérmico do mundo, que, de acordo com a Clinton Climate Initiative, salvou a cidade de biliões de dólares em custos de aquecimento desde que o sistema foi implementado em 1940. Para além disso, é líder em sistemas de cuidados em saúde e em qualidade de vida da população.

Roterdã

Uma das cidades portuárias mais importantes do mundo, a par de Xangai, tem desenvolvido uma iniciativa para controlar os níveis de CO2 provenientes dessa distinção. Em 2025, o seu plano de sustentabilidade prevê reduzir as emissões desse gás em 50% dos níveis de 1990. Foi pioneira em pisos de dança sustentáveis, com molas debaixo dos mesmos que geram electricidade.

Curitiba

Tem sido planeada para o desenvolvimento sustentável desde a década de 60, sendo actualmente um modelo de soluções de urbanismo, educação e equilíbrio com o meio ambiente. Com o foco na inclusão e na geração de oportunidades focadas nas necessidades reais da população, investiu em infra-estruturas como o “Linhão de Emprego”, com dezenas de quilómetros de barracões empresariais que inserem o pequeno empresário no mercado formal, levando programas sociais a toda a população, de forma não paternalista, e promovendo o afluxo de trabalhadores rurais carenciados.

Em parceria com a comunidade pavimentaram-se ruas, implantaram-se escolas, creches, postos de saúde e outros equipamentos públicos que suportam a sua rede social de atendimento. Paralelamente, possui um expedito sistema de autocarros concebido para cobrir toda a cidade e que é utilizado pela grande maioria da população.
Toda a cidade de Curitiba está organizada de modo a servir as pessoas nos seus mais variados aspectos, conforto, cultura, desporto e lazer. Tudo isto com o mínimo de poluição visual, organizacional e funcional e de gases que provoquem e aumentem o efeito de estufa.

Existe um Modelo?

Já há um conjunto mínimo de critérios que aparecem em praticamente todos os modelos: Ter um plano climático é a condição essencial, necessária. Planos climáticos incluem redução da pegada de carbono das cidades e adaptação a eventos climáticos e naturais extremos. Além da adaptação, bons sistemas de prevenção e remediação de desastres.

Parte essencial do processo de busca da sustentabilidade é o redesenho das cidades. Elas precisam ser repensadas. A mudança demográfica, com o amadurecimento das populações, pessoas de mais de 70 anos de idade em pleno vigor físico e intelectual, e a intensa urbanização das últimas décadas, requer a reprogramação dos espaços urbanos. Nesse processo, é fundamental que as cidades sejam reconciliadas e integradas com a geografia natural.

Um centro confortável e revitalizado, com espaços de convivência apropriados, com esquinas e praças recuperadas como pontos de encontro.

Flexibilidade e adaptabilidade. É importante que as cidades abandonem os formatos fixos e sejam pensadas de modo a que possam se reorganizar espacialmente de acordo com necessidades determinadas por fenômenos climáticos e outros eventos físicos como terremotos ou vulcões. Elas precisam ganhar resiliência.

Bairros menores e autosuficientes ajudam a aumentar o bem estar e a reduzir a pegada de carbono das cidades.Telhados verdes, como controles orgânicos de temperatura e sorvedouros de carbono, que podem ser usados também para abastecer a vizinhança com verduras e legumes. Condomínios como unidades autosustentáveis, integradas à cidade, não como bunkers para isolar os ricos do resto da população.

Políticas claras e abrangentes para coleta e tratamento de lixo e de resíduos sólidos, saneamento completo e gestão das águas (proteção, tratamento, coleta, economia, reuso).

Esse conjunto básico de critérios me parece de enorme bom senso. Ele envolve investimentos vultosos, mas são investimentos muito dinâmicos que geram muito emprego verde, muita renda de fontes sustentáveis e bem-estar.

Adaptado de
envolverde.com.br
camarasverdes.pt

sexta-feira, 16 de março de 2012

Lixo vegetal é reciclado e vira adubo em Curitiba/PR

 
 
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente  de Curitiba (PR) está utilizando folhas, galhos e flores, recolhidos dos parques e praças da cidade durante os serviços de limpeza, para produzir adubo orgânico que será usado na produção de flores e nos canteiros da cidade. A reciclagem é feita com resíduos vegetais nos principais parques e também no Horto Municipal.Segundo a prefeitura, a iniciativa começou na sede da Secretaria do Meio Ambiente, onde foi instalada uma composteira, local onde o material orgânico recolhido é depositado até se transformar em adubo. O processo leva cerca de 120 dias e não precisa de manutenção constante - apenas regas quando o tempo fica muito seco.
"Economizamos em adubos e transporte  de material para o aterro sanitário", diz o gerente de praças da Secretaria, Jean Brasil. Além das vantagens econômicas, segundo ele, o adubo produzido por compostagem tem mais micro-organismos, repõe minerais e segura por mais tempo a umidade do solo.No Parque Barigui, a estimativa é de que 200 metros cúbicos de lixo vegetal sejam recolhidos a cada 15 dias. Desse total, 20% viram adubo e o restante se decompõe completamente, de acordo com a prefeitura.O sistema de compostagem é usado também nos parques Passeio Público, Bosque Alemão, Jardim Botânico, Parque Tingui e Horto Municipal. O adubo produzido nesses parques é suficiente também para uso em outras praças e pequenos jardins da cidade.
 
Fonte: G1 

Cultive bucha vegetal em casa

Para limpeza em geral, use esponjas de bucha vegetal! Esse é o slogan do projeto “A Bucha Vegetal Brasileira” que pretende ver as esponjas sintéticas, feitas de petróleo, hoje utilizadas na maioria das casas, estabelecimentos comerciais e indústrias brasileiras, substituídas por um produto biodegradável, que limpa sem arranhar e promete economia com uma durabilidade até seis vezes maior.

Mas você também pode contribuir produzindo a próprio bucha! Ajuda o Planeta e ainda economiza um dinheiro! Seu cultivo exige pouco trabalho. Aqui você aprenderá passos simples para produzi-las em casa, seja no quintal, no terraço ou até na sacada do seu apartamento.

Você precisa de


Jardineira quadrada grande (50x50x50) 1
Terra preta
Sementes de Luffa cylindrica 3
Tesoura para podar 1

Passos


1

No centro da jardineira, cave 2 ou 3 cm de profundidade na terra e coloque 3 sementes de Luffa cylindrica. Cubra as sementes com um pouco de terra preta e regue. A melhor época para o plantio é o início da primavera.

2

Coloque a jardineira em um lugar onde o sol bata diretamente na planta e perto do suporte onde a trepadeira poderá se agarrar.

3

No verão a planta terá com caules longos que se expandem rapidamente. Acomode-os com cuidado sobre uma grade ou suporte. Em poucos dias a planta terá tomado parte da estrutura e oferecerá uma bela sombra.

4

Mantenha a planta sempre hidratada. Mas a quantidade de água deve ser moderada, porque o excesso de umidade favorece a proliferação de fungos.

5

Como se trata de uma planta anual, você precisará esperar o verão seguinte para colher as buchas vegetais.

6

A colheita deve ser feita quando a casca fica amarelo-castanho. Com a tesoura para podar, corte o pecíolo do fruto (cabinho pelo qual se prende à planta). Não o arranque com a mão.

7

Coloque as buchas sobre uma folha de jornal em um lugar seco e fresco. Em poucos dias a casca e as sementes se soltarão. Guarde as sementes se quiser plantar mais pés.

8

Para clarear ou tingir as buchas, basta submergi-las durante cerca de 30 minutos em uma mistura de água com cloro ou com anilina natural da cor desejada, e depois pendurá-las para secar.


Fonte: http://comunidade.bemsimples.com
 

terça-feira, 13 de março de 2012

Você é Sustentável?

Se você adota atitudes no cotidiano, divida a experiência aqui, sua dica pode ajudar milhões de pessoas!