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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Exposição de Artesanato Reciclado dos alunos da 10º Classe

Sou fã de postagens que valorizam o esforço conjunto, sendo assim resolvi partilhar com vocês, os resultados do artesanato, de materiais reciclados, feitos pelos alunos da 10ª Classe do IDF João Paulo II em São Tomé e Príncipe.

Processo de escolha dos materiais









Finalização e Exposição







Turma realizadora junto à escultura de plástico, papelão e metais reciclados!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Estudantes da 8ª Classe desenvolvem maquete de Cidades Sustentáveis

Estudantes da 8ª classe do Instituto Diocesano João Paulo II, escola situada em São Tomé e Príncipe - África, receberam orientações durante o 3º período de ciências naturais, pela Professora Raphaela Nazaré, para o desenvolvimento e construção de maquetes de cidades sustentáveis. Para suas construções, os alunos deveriam utilizar preferencialmente materiais reciclados, afim de estimular a prática dos 4 erres. Um dos alunos declarou que "foi uma experiência muito legal, que nos ensinou a trabalhar melhor em equipe e aprender que nosso país pode se tornar mais sustentável com pequenas escolhas no dia-a-dia."


Veja abaixo algumas imagens da exposição realizada pelos alunos.














sexta-feira, 20 de abril de 2012

Primeiros passos para sustentabilidade em São Tomé e Príncipe


Coleta parcialmente seletiva está sendo implantada no país, a fim de divulgar a preservação do meio ambiente a nível nacional.

São Tomé e Príncipe é um país insular, que foi colonizado por Portugal e obteve sua independência política em 1975, possui um povo de cultura resultante de várias origens como a portuguesa, angolana, guineenses e cabo-verdiana. Hoje a presença de estrangeiros no país ainda é forte, mas agora são também dos mais variados países além dos que já passavam por aqui, como os franceses, chineses, brasileiros e norte-americanos. 

Com esta salada cultural presente no cotidiano, muitos hábitos vão sendo mudados pouco a pouco, como a sensibilização à preservação do meio ambiente. Idéia que chegou timidamente, e nos últimos anos está ganhando vários multiplicadores. Entre as ações mais perceptíveis temos as formações aos vários atores sociais realizadas pelas ONGs e recentemente uma coleta parcialmente seletiva está sendo implantado pela câmara da cidade capital, o Distrito de Água Grande.


Baseado em campanhas teatrais exibidas pela TVS (único canal local), os santomenses vão tomando conhecimento de como separar os itens “perigosos” (computadores, baterias, pilhas, televisões, etc.) do lixo comum, além de informar-se acerca do local onde poderão depositar este lixo. Até aqui fica tudo teoricamente funcionando bem, o problema é que estas ações não alcançam a população de menor renda, já que existe apenas um ponto receptor destes resíduos, ficando afastado das zonas (bairros) mais populosas, e, como não há um sistema regular de transporte público, a maioria das pessoas não possui grandes equipamentos eletrônicos no país, acabando assim por não se deslocar até a área para descartar os itens menores como pilhas e baterias de celulares por exemplo.
 
Faz-se necessário, portanto a distribuição de pontos desta coleta parcialmente seletiva, como a fixação de caixas coletoras nos locais públicos mais movimentados, como: bancos, escolas, praças e mercados, além de sensibilização por parte dos educadores e incentivo as empresas para acolher estes pontos coletores, por exemplo.

Por Raphaela Nazaré
Bióloga residente em São Tomé e Príncipe